Agrabrás reúne associados e interessados no projeto Grama Legal e propõe novas diretrizes
O projeto Grama Legal comemora seis meses de atuação e promove uma reunião para explanar os processos efetivos da iniciativa. Os produtores de grama saíram satisfeitos da reunião e empolgados com as futuras ações
Na assembléia realizada pela Agrabrás – Associação dos Gramicultores do Brasil, além dos assuntos ordinários da associação, um dos destaques foi a apresentação do andamento do projeto Grama Legal e seus resultados nos primeiros seis meses. Além das denúncias já realizadas e dos editais licitatórios que foram corrigidos, o grande resultado é a estrutura construída para o projeto, sendo que não há mais razão para existir qualquer comércio de grama pirata, ou seja, o gramicultor ou qualquer outro envolvido que se sentir lesado pela concorrência desleal tem ferramentas oficiais de combate a esta ilegalidade.
Foram apresentados também os benefícios ao gramicultor como associado participante do projeto, do retorno do capital investido nas atividades e o estreitamento de relação com o MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento também recebeu elogios dos participantes.
Com esta aproximação, além de resolver e esclarecer todas as dúvidas quanto ao processo de inscrição do produtor, da planta fornecedora, do campo de plantas e do viveiro de mudas no Renasem, também está atuando nas normas de produção da cultura. Há uma nova instrução normativa em vias de ser publicada que trata da produção de olerícolas, aromáticas, medicinais e ornamentais e será neste último grupo que a grama deverá ser inserida, porém a produção de tapetes tem muitas particularidades, e em conjunto com o MAPA, a associação está desenvolvendo as normas específicas.
Estas normas serão um marco no setor, pois haverá padronização para todas as fases da cultura, desde a produção e seus processos de formalização junto ao MAPA até a comercialização. A associação se reunirá a fim de definir o que é relevante para que conste nestas normas como padrões de comercialização e aspectos fitossanitários.
As próximas atividades do projeto serão visitas regionais a fim de ampliar os horizontes do projeto. Considerando a abrangência nacional, a equipe sairá a campo para identificar como o comércio de grama ilegal tem interferido nos negócios e quais atividades já estão sendo desenvolvidas.
A proposta da Agrabrás é coibir a grama pirata e tornar os preços e a qualidade competitivos no mercado de forma honesta. O benefício dessa mobilização favorece também o consumidor final, que comprará um produto livre de pragas, doenças e plantas daninhas. As empresas da cadeia produtiva de gramas como a Tecnutri do Brasil e Remaq se vêm beneficiadas e apóiam o projeto.
Mais informações:www.agrabras.com.br
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